Variações
A mesma ideia com o que havia em Pernambuco no século XVI, e com o que se sabe e se tem hoje. Nenhuma está no processo de Branca: são variações.
A mesma panellada, fechada com massa de polvilho e servida com beijus crocantes no lugar do pão. Bem pernambucano.
Metade grão-de-bico, metade milho amarelo pisado. Fica mais grossa, mais dourada, quase um mingau de sábado.
Carne e frango, ovos inteiros que saem cor de caramelo, nabos e uma tampa verde de acelga. Para uma mesa cheia.
A carne temperada da panela, dentro de uma massa de azeite. Assa na sexta e se come em temperatura ambiente no sábado.
Massa de trigo com polvilho escaldado no azeite quente: fica leve e estala como biscoito de polvilho. Recheio de carne temperada.
Carneiro desangrado e meio assado, almôndegas com gema, berinjela, cará e açafrão. Vai à mesa sobre fatias de pão, à moda da corte.
Carne e ovos, grão-de-bico amarelo e cebola dourada, cada um na sua panela, só com o que havia na época. No sábado, tudo vai para uma travessa, com pão e folhas crocantes de massa.
Com o que se sabe hoje: carne com osso bem dourada, a água do grão no caldo e um creme de açafrão ao meio-dia. Na mesa, molho verde, cebola roxa e grão crocante.
Sem carne: seitan feito em casa, cogumelos e fava. A mesma cebola dourada no azeite, a mesma noite no forno e o mesmo amarelo no sábado.
A panellada desmontada, com técnica de hoje: carne e ovos uma noite num banho a 72 °C, purê amarelo, caldo límpido de açafrão e uma tampa de massa que cada um quebra à mesa. Começa na terça.